segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Entre High School e 007...

Filme do 007 é filme do 007 e ponto. Montes de cenas de cair o queixo, ação bacana, mas a gente entra na sessão esperando um filme do Bond, James Bond, e sai de lá com isso mesmo. Sem surpresas.

Já eu comprei o ingresso pro Quantum of Solace sem saber como ia ser lá dentro. Não o filme, que é tão bom quanto o último, nada de mais. Mas sim o que ia acontecer na sala do cinema, mas especificamente entre a minha poltrona e a do Sony.

Eu me senti à vontade com ele logo de cara, mas é falta de educação não prestar atenção ao filme (aeaehae). Aí eu pensei: vamos deixar pro clímax! Até lá eu já entendi todo o filme, e posso aproveitar mais a vida real. Clímax de 007 é intenso e emocionante, e beijo requer intensidade e emoção (isso sem falar que as pessoas olham pra tela e não pros dois caras se pegando na poltrona ao lado).

Mas eu tive que deixar o clímax passar, porque não rolou se animar pra beijo vendo a mocinha dar facadas vingativas no cara que matou a família dela. O Daniel Craig matou os vilões que ainda tavam vivos e tava pronto pra beijar a tal mocinha vingativa. Sem procurar mais desculpas de somos-amigos-estou-precipitando-as-coisas, dei o primeiro passo. Ele deu o segundo. E a gente deu junto o terceiro. E aí a gente não queria mais saber como o filme acabava.

Mas uma hora as luzes sempre se acendem, e os gays discretos são obrigados a se desgrudarem e voltarem ao mundinho hétero e real lá de fora.

Mas não é só de beijos que é feito um relacionamento, né? E papo foi o que não faltou pro resto da tarde.

Um comentário:

Unknown disse...

Realmente o climax foi tenso, e no fim romantico, fora da tela teve o inicio romantico, e na minha opnião as luzes se acenderam rapido demais, então da próxima, não precisamos esperar pelo climax né?
Te adoro
Sony